5 Tendências de Investimento para 2019

Nós, do Família Previdência, preparamos as melhores dicas para que seu planejamento financeiro para o Ano Novo tenha êxito. Saber onde investir é essencial.

Postado em: 26/12/2018

Ao que tudo indica, a economia brasileira terá uma retomada no próximo ano, aquecendo os investimentos e gerando novas oportunidades. Por isso, é muito importante que você saiba quais serão as melhores alternativas para proteger o seu capital e fazê-lo render mais.

Conhecer as previsões econômicas para 2019 é muito importante para saber como se preparar em meio aos possíveis cenários. A economia brasileira apresenta sinais de recuperação em 2019, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com um crescimento esperado de 2,9%. Mesmo não sendo um crescimento muito expressivo, há uma confiança do mercado na retomada do crescimento econômico.

Seguindo essa tendência de melhora do cenário econômico nacional, a inflação também deve ter uma redução e fechar em torno de 4,21% em 2019. E o desemprego, que costuma ser o último indicador a reagir às tendências do mercado, por conta da previsão de retomada da economia, também deve cair no Ano Novo.

Então, diante desse cenário otimista, onde você deve investir seu dinheiro para aproveitar 2019 ao máximo?

 

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um investimento de renda fixa, e a emissão de seus títulos é feita pelo Governo Federal. Basicamente, você empresta dinheiro para o governo e depois receberá de volta com um valor a mais, que será a rentabilidade do seu investimento.

O Tesouro Direto possui três tipos de títulos:

  • Atrelados à inflação: Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais
  • Prefixados: Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais
  • Indexado à taxa Selic: Tesouro Selic

Normalmente, o título mais recomendado é o Tesouro Selic. Isso acontece porque ele rende próximo à Taxa Selic, tem baixa volatilidade e alta liquidez (você pode solicitar o resgate do seu dinheiro quando quiser e irá recebê-lo em 1 dia útil).

O Tesouro Selic é considerado um título muito bom para investidores iniciantes e para quem quer construir uma Reserva de Emergência, por exemplo.

Além disso, com a estimativa de alta da taxa básica de juros, seu dinheiro tende a render mais.

Com isso, o Tesouro Selic pode ser uma ótima opção para quem tem objetivos de curto, médio e longo prazos, como aposentadoria, comprar um carro ou trocar o smartphone, por exemplo.

 

CDB

O CDB é a sigla do Certificado de Depósito Bancário. Esse título de renda fixa é emitido pelos bancos a fim de arrecadar capital.

A taxa de rentabilidade de um CDB costuma ser atrelada ao CDI, sendo um dos investimentos mais conhecidos de renda fixa.

Normalmente, os Certificados de Depósito Bancários são emitidos por bancos de pequeno porte que oferecem rendimentos mais atrativos para os investidores.

Além disso, ao investir em opções que possuem um prazo de aplicação maior, a rentabilidade desses títulos também costuma ser mais alta.

Uma das maiores vantagens de investir em um CDB é a sua segurança, já que ele conta com a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para aplicações de até R$ 250 mil.

 

Fundos Multimercado

Como o próprio nome diz, fundos multimercado são uma maneira de variar diferentes formas de aplicação onde é possível agir de modo estratégico e ter benefícios a curto, médio e longo prazos.

São várias estratégias que podem ser empregadas neste tipo de investimento; tanto quanto o mercado estiver em alta quanto em baixa. Nos fundos multimercado é possível mesclar investimentos de renda fixa com renda variável.

A instituição financeira administra seu dinheiro, migra as aplicações conforme análise e viabilidade no mercado financeiro, ganha com a venda de ações, opera dólar, juros, índices de preços; podendo articular as mais diversas estratégias. Os valores para este tipo de investimento variam de R$ 100,00 a R$ 50.000,00.

Fundos multimercado oferecem maior rentabilidade que os investimentos de renda fixa e, ao mesmo tempo, possuem riscos maiores. Assim como outras formas de investimento, também têm garantia e segurança do Fundo Garantidor de Crédito.

 

Fundos Imobiliários

Os Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) são formas de investimento em imóveis físicos, como shoppings centers, hospitais, escritórios corporativos e galpões logísticos.

Esse tipo de investimento é negociado diariamente na Bolsa de Valores e possui características de renda fixa e variável, sendo recomendado para aplicações de médio e longo prazos. O valor do patrimônio total é dividido em cotas iguais, que são compradas por vários investidores sócios.

Existem quatro formas de investir em fundos imobiliários: Fundos de Tijolos (imóveis físicos), Fundos de Desenvolvimento (construção e venda), Fundos de Papel: CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e Fundos dos Fundos (Investimento em outros FIIs).

A valorização das cotas depende da localização do empreendimento e das condições do mercado cuja rentabilidade está na venda das cotas por um preço maior que o valor de compra; ou através do recebimento dos aluguéis mensais de shopping, por exemplo, cujos rendimentos são distribuídos aos cotistas.

Os FIIs são isentos de Imposto de Renda (IR) para fundos com 50 cotistas ou mais que possuam cotas inferiores a 10% cujas cotas são negociadas na Bolsa de Valores ou em mercado de balcão organizado.

O Imposto de Renda só é cobrado no caso de venda da cota; 20% do valor do rendimento. Esse tipo de investimento não é coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e possui taxa de administração.

 

Previdência Privada

Em geral, as pessoas associam a previdência privada a uma forma de guardar dinheiro para a aposentadoria. O que as pessoas não sabem, é que a previdência privada é um investimento que você pode aproveitar seus rendimentos muito antes da aposentadoria, e que faz o dinheiro render muito mais do que a poupança, e com muito mais segurança que investimentos de renda fixa, por exemplo.

A Previdência Privada é o segundo investimento na preferência dos brasileiros, perdendo somente para a poupança. Assim como em anos anteriores, em 2019 ela seguirá como uma boa tendência para você investir seu dinheiro, graças à sua rentabilidade e segurança, mas também por ser um investimento de longo prazo, o que o torna menos oscilante às variações do mercado.

Nos planos de previdência privada, o Imposto de Renda é cobrado apenas no momento do resgate da aplicação ou do início do recebimento da renda. E, diferentemente de outros investimentos, os fundos de previdência permitem que o investidor escolha como quer pagar o IR devido: através da tributação regressiva ou progressiva. Essa opção é feita nos primeiros 30 dias de vínculo ao plano.

Além disso, quem investe em previdência privada pode deduzir até 12% da sua renda anual do Imposto de Renda, o que torna esse tipo de investimento ainda mais atrativo.


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